domingo, 30 de outubro de 2011

Tirar a irresponsabilidade de si e jogar nos outros....

Tem gente que pensa que o povo é burro ou é cego que não percebe as falhas infantís cometidas pela desorganização de um evento preparado "as pressas" para tentar alavancar a imagem do pré-candidato dos ricos de Mossoró (cujo nome era anunciado constantemente nos carros de som e constava em todas as camisas dos abadás). Tanto a Cosern (que é uma empresa privada e não se envolve em picuinhas políticas) quanto o corpo de bombeiros são empresas sérias que não compartilham com irresponsabilidades. Um evento festivo que era para ser tradicional mas que foi utilizado de forma política somente este ano (pois fazia 10 anos que não acontecia) mostrou-se um completo fiasco em termos de organização anunciando bandas que não vieram (INALA) e achando que estamos na idade média média onde o rei tudo podia e sem dar satisfações a ninguém.
Devido a acidentes fatais já ocorridos na Bahia e em Pernambuco é que os orgãos públicos exigem pré-requisitos para a realização de eventos englobando um grande número de pessoas que devem ser analisados com bastante antecedência justamente para evitar dissabores. Agora querer politizar a sua própria incompetência tirando de si o peso da irresponsabilidade e jogar nas costas de "visionários adversários políticos" evidencia claramente a tentativa de se livrar da culpa dos próprios erros cometidos devido a inoperância e o despreparo para efetivar um evento de tal porte. Foi totalmente infeliz e deveria inicialmente rever seus próprios erros, haja vista que a idéia do Barafolia é boa e deveria ser implementada anualmente e de forma repetitiva (pois tanto ganha o povo como ganha o comércio local) e não somente devido a interesses políticos momentâneos. Vejam o comentário do amigo Wilson Cabral sobre o episódio que reforça os meus argumentos:

Os diretores da  Cosern nunca me pediram para que eu defendesse sua empresa, mas o caso do Barafolia eu queria informar ao amigo Edson Barbosa que o CARNAJUCAS E CARNABUCO EM MOSSORÓ tiveram seus trios elétricos proibidos de circularem e o Carnaval foi realizado parado, é que depois de um acidente que houve em Natal e outro em Mossoró, qualquer trio elétrico só pode circular pelas ruas de qualquer cidade se tiver uma licença da empresa, esta licença não é dada pelo Corpo de Bombeiros e sim da empresa, por desconhecer as normas da companhia o amigo Edson está lutando contra os moinhos de ventos que ele próprio inventou, se naquele trio elétrico tivesse  acontecido algum acidente fatal, de quem era a responsabilidade, todos cairiam de pau na Cosern, mas o amigo Edson preferiu se queixar de inimigos inventado por ele para justificar um erro crasso da sua empresa, a Cosern fazendo aquelas exigências apenas estava preservando a segurança para que os baraunenses brincassem em paz, as normas que a Cosern impôs ao Carnajucas e ao Carnabuco foram as mesmas do Barafolia, estou fazendo esta matéria porque eu não gosto de injustiça e conheço de perto o trabalho do doutor Miguel Rogério, um homem de conduta ilibada que jamais iria se deixar dobrar por picuinhas políticas, Edson faca uma nota pedindo desculpas a Cosern, erra é humano, permanecer no erro é ignorância. A COSER liberou o trio elétrico do Barafolia depois que constatou que não havia perigo para a população, então amigo Edson você não tem o que reclamar

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